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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

15 dicas sobre gestão (e como decidir melhor) - CMMI

  1. Não suponha. Pergunte
  2. Não acredite cegamente… Verifique
  3. Analise os fatos sobre dados de fonte conhecida (e confiável). Conheça o histórico
  4. Utilizar cases como forma de decidir melhor
  5. Lembre-se que não dá para fazer um omelete sem quebrar os ovos
  6. Não prometa além de sua competência
  7. Use de referências. Crie paradigmas
  8. Não jogue com 100%
  9. Tenha sempre um plano B (para usa-lo quando necessário)
  10. Separe o crítico do importante. Inicie rápido pelo crítico
  11. Analise sempre os custos antes de tomar uma decisão
  12. Utilize indicadores históricos e de tendências
  13. Analise os impactos de mudanças
  14. Acredite mais do que os números te dizem do que o que as pessoas te dizem
  15. Faça isto rápido e decida. Acompanhe a decisão e corrija rotas
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O que é CCMI (Capability Maturity Model Integration)

O CMMI é o mais recente modelo de maturidade para desenvolvimento de software do SEI (Software Engineering Institute - EUA) um dos maiores influenciadores em gestão de processos de software em todo o mundo.

Derivado principalmente dos modelos SW-CMM (CMM for software, voltado ao desenvolvimento de software básico, ou de infra-estrutura) e SE-CMM (CMM for System Engineering, voltado ao desenvolvimento de aplicações de software).

O CMMI surgiu da percepção de que software básico e aplicações são desenvolvidos em contextos integrados. Além disso, o novo modelo reforça aspectos relacionados à gestão de fornecedores e poderá assimilar outros processos futuramente.

A característica mais memorável dos CMM´s, a escala dos níveis de maturidade, mantém as mesmas classificações, mas essas são definidas mais radicalmente pelo modelo.

Sendo um modelo de referência de processos, o CMMI, como seus antecessores, não defini como o processo deve ser implementado, mas prescreve suas características estruturais e semânticas em termos de objetivos e do grau de qualidade com que o trabalho deve ser realizado.
Cada nível de maturidade possui uma caracterização bem distinta:

* Diz-se que o nível 0 (incompleto) corresponde a ausência de qualquer processo de desenvolvimento. Não se pode fazer qualquer asserção sobre desenvolvimentos futuros;

* Organizações de nível 1 (estruturado) possuem um processo mínimo de desenvolvimento, capaz de orientar as macro-tarefas no nível operacional;

* Organizações de nível 2 (gerenciado) têm capacidade de gerenciar um ciclo de desenvolvimento, isto é, um projeto. Costuma-se caracterizar o nível 2 pela capacidade de gerir projetos. A maioria das empresas brasileiras está buscando certificação nesse nível;

* Organizações de nível 3 (definido) são orientadas a processos. Além dos fluxos de atividades, gerenciam os aspectos organizacionais, técnicos e de integração de equipes e fornecedores em função da definição do processo;

* Organizações de nível 4 (gestão quantitativa) gerem o processo com métricas quantitativas através do tempo. Conseguem avaliar o desempenho dos vários ciclos de desenvolvimento e comparar seus indicadores, obtendo previsibilidade;

* Organizações de nível 5 (otimização) controlam a avaliam o processo quantitativamente, podendo intervir em suas especificação para otimizá-lo continuamente.
É o mais alto nível de maturidade definido pelo CMMI.

Motivação para adotar o CMMI

A dominância da tecnologia da informação tornou os softwares indispensáveis as organizações, gerando preocupações consideráveis com a qualidade desses produtos. A aceitação dos CMMs, que repetiu com o CMMI, fez da certificação por esses modelos uma referência universal de qualidade em desenvolvimento de software. A competição global ratificou o cenário, levando mais empresas a buscar suas certificações.

Dessa forma, o objetivo de muitas empresas, especialmente nos países me desenvolvimento, como o Brasil, tem sido obter certificações CMMI para atender a exigências explícitas do mercado.

Mais importante, entretanto, é compreender que um modelo de maturidade pode auxiliar organizações a operar e competir melhor, cumprindo com mais eficiência o seu objetivo essencial de viabilidade econômica e social.

Como chegar lá

Um gestor atento diria que uma certificação CMMI evidencia que a empresa usufrui de benefícios associados a um certo nível de maturidade. Consideramos, então, que o esforço para uma certificação consista em conseguir ser aprovado na auditoria (appraisal). Apesar de um tanto ingênua, essa visão ajuda a entender o processo.

Uma auditoria oficial do CMMI segue um método, o SCAMPI (Standard CMMI Appraisal Method for Process Improvement). Basicamente, o SCAMPI verifica as seguintes fontes de informações:

* Instrumentação aplicada ao processo (tecnologia, infra-estrutura, guias de referência, etc..)
* Entrevistas e questionários aplicados à equipe
* Apresentação da equipe para os auditores.
* Documentação gerada pelo processo (artefatos metodológicos em hardcopy ou softcopy)

A verificação é feita contra requisitos-chave, chamados de Practice Implentation Indicators, que compõe os ARC (Appraisal Requirement for CMMI).

A apresentação para a auditoria, portanto, trata de adequar o processo de desenvolvimento software/sistemas da área-candidata aos requisitos do SCAMPI (especificados no ARC).

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Lista de algumas Empresas CMMI no Brasil


7COMm SP 2005 Synchro PP&T CMMI

Alstom Transportes SP 2002 ISD CMM

AMS Tecnologia SP 2004 ISD CMM

Atech Tecnologias Críticas SP 2003 ISD CMM

Atos Origin SP 2004 ISD CMM

Brasília DF 2003 Procesix CMM

BRQ SP 2004 Trimentus CMMI

BSI Tecnologia PR 2004 ISD CMM

C.E.S.A.R PE 2003 ISD CMM

Citibank SP 2003
CMM

CPM SP 2005 ISD CMM

CPM SC 2005 ISD CMMI

CPqD SP 2003 ISD CMM

Credicard SP 1998 ISD CMM

CTIS DF 2005 ISD CMM

Dell RS 2003 ISD CMM

Disoft SP 2003 Procesix CMM

DRM SP 2005 ISD CMM

DTS Latin America SP 2003 Procesix CMM

e-Dablio RJ 2003 ISD CMM

FITec PE 2005 ISD CMM

Fortaleza CE 2003 Procesix CMM

G&P – Gennari & Peartree SP 2003 ISD CMM

General Motors SP 2005 ISD CMMI

Getronics SP 2005 Procesix CMM

HP SP 2005 ISD CMM

Inatel MG 2003 ISD CMM

Infoserver SP 2004 ISD CMM

Instituto Atlântico CE 2003 ISD CMM

Itaú SP 2005 ISD CMM

Logocenter SC 2005 ISD CMM

M.I. Montreal Informática RJ 2004 Procesix CMM

Matera Systems SP 2005 ISD CMMI

Microsiga Software SP 2005 Procesix CMMI

MSA Informática MG 2005 ESICenter CMMI

Nec do Brasil SP 2003 ISD CMM

Prime Informática SP 2005 Procesix CMM

Procwork SP 2005 ISD CMM

Recife PE 2002 ISD CMM

Relacional Consultoria RJ 2005 Liveware CMMI

Santander Banespa SP 2005 ISD CMM

SERPRO Salvador BA 2003 Procesix CMM

Spress Informática S/A MG 2005 ISD CMM

Tele Design SP 2002 ISD CMM

TSE DF 2005 Liveware CMMI

T-Systems SP 2005 ISD CMM

Unitech BA 2005 ISD CMM

Vixteam ES 2006 Liveware CMMI

Itautec
2008 ISD CMMI

LG
2008
CMMI

Relacional
2006 Liveware CMMI

Vorlans
2007 ISD CMMI

Embraer SP 2006 ISD CMMI

ZCR Informática BA 2006 ISD CMMI

Johnson & Johnson SP
Crest Consulting CMMI

Message RJ 2008 Crest Consulting CMMI

GSW
2008 Crest Consulting CMMI

Complex SP 2009 Crest Consulting CMMI

Cetil Sistemas de Informática SC 2009 ISD CMMI

CTIS PR 2007 ISD CMMI

META IT - 2007 - CMMI




Fonte: BlogCMMI

Como analisar a produtividade de nossa equipe?

Atualmente muitos falam sobre produtividade, mas sem compreender o que de fato é produtivo.

Vamos supor um exemplo:

Temos dois programadores muito bons, o Primeiro (programadorA) era conhecido na empresa como um dos mais rápidos. Foi passado para ele um programa de 20h (programa A). Ele terminou o programa em aproximadamente 7h (35% do tempo).

O segundo programador (programadorB) também era conhecido como muito bom, mas não tão bom quanto o programadorA. Foi passado para ele um programa de 16h (programa B). Ele terminou o programa em aproximadamente 11h (68%).

Se você tivéssemos que premiar alguém, quem você premiaria? Olhando esses números você não tem dúvidas de quem é o melhor, correto?

Esta é a análise feita pela maioria das pessoas, no entanto, os programas foram para a área de testes.

Quando retornaram da área de testes o programa A necessitava de várias correções e ajustes, já o programa B praticamente não teve erro.

Nas idas e vindas do programa A, utilizou-se mais 9h, ou seja, o programa dele não foi finalizado em 7h e sim em 16h.

Agora vamos refazer a análise.

  • programadorA– utilizou 80% do tempo
  • programadorB – utilizou 68% do tempo

Ambos tiveram uma excelente produtividade, mas analisando os dados da forma correta, consegue-se ver quem foi o mais eficiente quem teve a melhor produtividade naquele projeto.

Enfim, como dito, a primeira análise é a mais comum (e equivocada), mas devemos sempre avaliar todo o ciclo para ter certeza de que estamos avaliando o processo da forma correta.